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A ciência tem uma utilidade sem precedentes na nossa vida, pois não teríamos conhecimentos importantes como os que temos hoje se não fossem alguns estudos científicos, mas ainda sim existem fatos que nem as investigações mais minuciosas foram capazes de explicar, então confira: 5 coisas que a ciência não pode explicar!
O buraco negro
Os buracos negros são o resultado de uma deformação do espaço-tempo que acontece depois do colapso gravitacional de uma estrela, esse fenômeno intrigante chama atenção por algumas singularidades, como sua massa que ao que sabemos é extremamente grande, mas ao mesmo tempo extremamente compacta; apesar do nome buraco negro, eles não são cavidades, na verdade são uma enorme concentração de massa, com uma força gravitacional tão alta que nem a luz escapa. Mas apesar das informações que temos segundo a teoria da relatividade geral de Albert Einsten e os estudos de Stephen Hawking, tudo ainda está no campo da suposição e teoria, até porque é difícil estudar algo que fica a milhares de anos luz da terra.
Bocejo
Quem nunca bocejou logo depois de ver alguém bocejando? Pode passar despercebido, mas é algo que todo mundo faz. Um estudo publicado em 2012 pela revista cientifica “PLoS One” revelou que desde que estamos no útero já temos o habito de bocejar, também já sabemos que alguns animais como cães e chipanzés bocejam, essa reação acontece para alongar o tecido pulmonar e aumentar a frequência cardíaca, dessa forma fazendo o individuo se sentir mais desperto, mas porque essa ação comum é altamente contagiante? Pra isso ciência ainda não chegou a um consenso e o que restam são só teorias…
Efeito placebo
O efeito placebo é uma reação psicológica que acontece quando alguém é induzido a acreditar em algum efeito sobre seu corpo, por exemplo, em alguns estudos pessoas com problemas de saúde receberam comprimidos a base de água e açúcar sem nenhuma substancia especifica que ajudasse na cura, mas por criarem a expectativa de uma melhora, acabaram tendo resultados positivos em seus quadros de saúde, apesar desse efeito ser uma grande prova do poder de nossa mente, muita ainda se mostram céticos quanto a essas “melhoras” acreditando que os resultados também sejam só psicológicos e irreais, mas outros como Lorenzo Cohen, professor de oncologia do MD Anderson Câncer Center, defende que o placebo funciona de forma real; enquanto os estudos não desvendam esse mistério da mente por completo o que resta são dúvidas e divergências.
Padrão nos rebanhos
Alguns animais que fazem migração em grupo como as gaivotas e o salmão, contam com um recurso especial para seguirem na mesma direção e não se perderem, é uma espécie de GPS natural que orienta esses animais. Mas recentemente um estudo mostrou que outro animal tem comportamento semelhante; de acordo com a revista cientifica “PNAS”, no estudo realizado por pesquisadores alemães e tchecos, descobriu-se que o campo magnético da terra serve de bússola para animais como as vacas e os veados, os pesquisadores usaram imagens de satélites e observaram 8,510 bovinos se alimentando em 308 localidades do mundo, dentre esses, 70% sabiam encontrar o norte e o sul alinhando seus corpos nessas direções, mas porque esses animais se alinham usando o campo magnético terrestre, isso a ciência não explicou.
O ronronar dos gatos
Quem tem um gato sabe o quanto é bom ouvir o ronronar do seu bichinho, muitos acreditam que esse ruído só é produzido quando os gatos estão felizes, sendo equivalente ao abanar de rabo de um cão, mas já foi provado que os bichanos também ronronam quando estão com frio, com fome e quando estão feridos, em alguns casos eles usam esse ruído até como comunicação. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças norte americano já declarou que o ronronar de um gato pode ser terapêutico, isso mesmo, acontece que quando está ronronando o gato gera vibrações a uma frequência de 20 e 140 Hertz, que segundo estudos, são terapêuticas para alguns problemas, como a dispneia, estresse, além de prevenir ataques cardíacos e fortalecer os ossos, mas os cientistas ainda não entraram em acordo sobre a real razão por trás do ato de ronronar.

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