Proprietário fascinado pelo seu Volkswagen Gol GTI 1993, mantem veículo na garagem a mais de 20 anos.

Com apenas 2.495 km rodados, o golzinho quadrado GTI após sofrer um o crime “saidinha de banco” em Minas Gerais, nunca mais saiu da garagem.

Ter um VW Gol GTI 1993 com apenas 2.495 km é uma raridade, ainda mais sem nunca ter sido restaurado, extremamente original.

Ícone de uma geração, pra não dizer da história do automóvel no Brasil. Em versão esportiva, o compacto, foi o primeiro nacional equipado com injeção eletrônica.

Campeão de vendas por décadas como como automóvel mais vendido do Brasil, o Volkswagen Gol possuí muitas versões. Paixão nacional, imortalizadas no imaginário dos fãs desse alemão.

Porém não há versão que atraía mais os olhares dos fãs que a versão esportiva GTi. Produzida entre 1989 e 2000, além da beleza, a mecânica realmente é esportiva, se comparada as demais versões.

Em 1984 com 99 cv, surgia a primeira versão esportiva, o Gol GT. Equipado com motor 1.8 refrigerado a água, com grande evolução em 1987 para a GTS.

Com grande entusiasmo, no ano seguinte, no Salão do Automóvel de São Paulo foi apresento ao público o lendário Gol GTi. Primeiro veículo nacional com injeção eletrônica.

A receita de um ótimo visual esportivo ainda era do GTS: aerofólio, lanternas traseiras fumê, faróis auxiliares na dianteira, frisos nas laterais e para-choques robustos, ambos prata.

Porém tudo isso podemos chamar de perfumaria, o que importava mesmo estava debaixo do capô, fazendo do GTi mais potente das versões. O famoso motor AP 2000i, aquele utilizado no Santanão, mas sem carburador, com potência de 120 cv a 5.600 rpm e torque de 18,40 kgfm a 3 400 rpm, acoplado com câmbio manual de cinco marchas.

O bichão alcançava de 0 a 100 km/h em 9,3s com máxima de 185 km/l, segundo a Volkswagen.

Veja a galeria de fotos abaixo:

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