Logo após a Peugeot do Uruguai confirmar que será o primeiro mercado do novo 208 na América do Sul, com a produção vinda da Argentina, agora a PSA confirma que a plataforma CMP (que dá vida ao 208) também sustentará modelos produzidos no complexo industrial de Porto Real (RJ). Para tanto, serão investidos R$ 220 milhões em processos de modernização e ampliação da unidades, além da instalação de cerca de 30 novos robôs (especialmente na área da chaparia). A “transformação industrial”, como diz o comunicado, será iniciada em novembro e suspenderá as atividades produtivas até janeiro de 2020.

Caracterizada pela ampla modularidade e grande flexibilidade, a CMP (também chamada de EMP1) poderá ser usada em veículos dos segmentos B e C, principalmente em hatches, sedãs e SUVs. Na Argentina, a base sustentará a nova geração do compacto 208, que será produzida na fábrica de El Palomar e chegará ao mercado sul-americano em 2020. No Brasil, a PSA ainda não confirmou qual ou quais modelos serão produzidos dentro da nova arquitetura, mas todas as especulações apontam para a nova geração do crossover 2008. O segmento de SUVs compactos é um dos mais dinâmicos do mercado brasileiro e a Peugeot certamente apostará na renovação de seu representante. Também pode ser usada em futuros modelos da Citroën.

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“Trata-se de uma plataforma modular moderna, altamente flexível, multi-energia, com menores níveis de vibração, maior conforto acústico e térmico, e que permitirá o lançamento de novos e mais modernos produtos no Brasil, em complemento aos que produziremos na Argentina”, afirma Patrice Lucas, membro do comitê executivo da PSA. 

A marca confirma ainda que atual plataforma BVH1 continuará em produção, o que confirma a estratégia de deixar o atual 208 em linha convivendo com a nova geração importada da Argentina, além da manutenção do C4 Cactus nacional. 

Fotos: Divulgação 

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