Sedã ficou mais bonito com o visual atualizado Fernando Pires/Quatro Rodas

A Nissan apresentou hoje a nova geração do Versa, que é bem diferente da antiga, que não sai de linha e por isso mudou de nome. Agora ela se chama Versa V-Drive.

Na renovação da linha, o Versa deixa de ser um carro com um único atrativo, que era o espaço na geração anterior, para oferecer outros atributos, como design, conforto e tecnologia, que são as três características mais trabalhadas pela fábrica.

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Como não existe almoço gratis neste mundo, o sedã ficou mais caro. O novo Versa chega em quatro versões: Sense MT (R$ 72.990), Sense CVT (R$ 77.990), Advance CVT (R$ 83.490) e Exclusive CVT (R$ 92.990).

Na campanha de pré-venda que será aberta hoje, às 18h00, na loja digital da marca, a versão Exclusive sai com um pacote de benefícios que inclui garantia ampliada em um ano, três revisões e dispositivo de pagamentos automáticos Sem Parar com 15 mensalidades quitadas, além a possibilidade de contratação de financiamento on-line.

Acabamento na coluna traseira faz o efeito do teto flutuante Fernando Pires/Quatro Rodas

Reparou que até os nomes das versões ficaram mais sofisticados? O Versa V-Drive parte de R$ 58.990 (MT) e vai a R$ 74.490 (Premium CVT).

Visualmente, o Versa segue a linguagem dos lançamentos mais recentes da marca, como o Leaf de segunda geração, incluindo a grade dianteira em V e o teto flutuante, graças ao efeito de um aplique na coluna traseira.

A versão mostrada aqui é a mais completa e, por isso, mais bonita, com a ajuda de itens como faróis led, com assinatura led, rodas de liga leve aro 17 e antena tipo barbatana de tubarão. Mas a grade, o teto e o design dos faróis e das lanternas traseiras são os mesmos em todas as versões.

Rodas pretas e diamantadas aro 17 são de série na versão Exclusive Fernando Pires/Quatro Rodas

Em relação aos equipamentos, desde a Sense MT, o Versa vem com ar-condicionado, chave presencial, botão de partida, retrovisores elétricos, 6 airbags, sensor de estacionamento, auxiliar de partida em rampa e ESP.

A Sense CVT inclui piloto automático, além do câmbio CVT. A Advance adiciona painel de instrumentos digital com tela de 7”, rodas de liga leve aro 16 (na Sense é de aço aro 15), central multimída (Carplay e Android Auto) e alerta de esquecimento de objetos no banco traseiro, entre outros itens.

A Exclusive, por sua vez, além dos recursos já mencionados acrescenta alerta de colisão frontal, freio autônomo de emergência, camera 360 graus, detector de movimento dianteiro, sensor de tráfego traseiro, alertas de pontos cegos e GPS. Seu ar-condicionado é digital e os bancos, revestidos com material que imita couro.

Painel e instrumentos são iguais aos do SUV Kicks Fernando Pires/Quatro Rodas

Há outras coisas interessantes, além de visual e equipamentos, porém. O novo Versa usa a mesma plataforma V, que serve de base para o V-Drive (e também para o SUV Kicks), mas, segundo a Nissan, a estrutura da carroceria foi reforçada.

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Ao volante, dá para perceber que o conjunto ficou mais firme, o que se revela no comportamento dinâmico do carro, mais obediente, e também no conforto, por conta da estabilidade do chassi.

Outro benefício das melhorias é o isolamento acústico que, além de favorecido pela estrutura mais rígida, recebeu atenção especial.

Pensando na dirigibilidade e no isolamento da cabine, os engenheiros também modificaram a suspensão (nos pontos de fixação, geometria e batentes) e a direção (com o aumento da rigidez da coluna e uma relação mais curta).

Os pneus ficaram mais largos (a partir do aumento da banda ou da banda e da tala da roda, dependendo do aro considerado).

Na prática, a suspensão ficou mais eficiente, filtrando melhor pisos irregulares e reduzindo a rolagem da carroceria nas curvas. E, a direção, por sua vez, está mais precisa, embora bem leve e fácil de girar.

Motor 1.6 16V gera 114 cv e 15,5 kgfm, acoplado ao câmbio CVT de 6 marchas Feranndo Pires/Quatro Rodas

O motor é o conhecido 1.6 16V flex, com comando de válvulas variável na admissão, que gera 114 cv de potência e 15,5 kgfm de torque (no V-Drive, são 11 cv e 15,1 kgfm), acoplado ao câmbio CVT, com seis marchas definidas.

Mas não foi só o motor e o câmbio que o Versa herdou do Kicks: na cabine, quem está familiarizado com o SUV logo reconhece seus painel, central multimídia e painel de instrumentos digital instalados no sedã.

Essa sensação de dejavu pode não agradar alguns. Mas, pelo menos, isso ocorre entre o Versa e o Kicks, enquanto no caso do V-Drive, a simbiose é com o compacto March. E a melhoria é nítida não só pelo estilo como também pelo acabamento.

Porta-malas teve capacidade aumentada em 22 litros Fernando Pires/Quatro Rodas

A faixa central do painel é revestida em material que imita couro aplicado sobre uma camada fina de espuma que torna o contato suave. Na parte superior, o plástico é duro, mas com uma aparência de melhor qualidade.

Ainda na cabine, deve-se destacar os bancos dianteiros que são anatômicos e sustentam bem o corpo no assento e no encosto. Esse bancos têm uma tecnologia que a Nissan chama de Zero Gravity (Gravidade Zero) e até agora só estava presente nos carros da gama superior, como o Sentra.

É verdade que eles roubaram espaço na cabine. Os bancos mais magros do V-Drive ocupavam menos espaço. Mas espaço é o principal atributo do V-Drive, enquanto o novo Versa é mais refinado e concilia espaço com outros predicados, como já demonstrou nesta apresentação. E para não dizer que não houve ganho algum, o porta-malas cresceu 22 litros, passando de 460 para 482 litros.

 

Arte/Quatro Rodas
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