Inaugurada em 1999 no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), a fábrica de motores da Renault no Brasil completa 20 anos. Responsável por atender tanto a demanda interna quanto mercados do exterior, a planta já entregou mais de 4 milhões de propulsores nestas duas décadas, sendo 40% desse volume destinados à exportação. 

Atualmente, a fábrica produz 3 diferentes famílias de motores e tem capacidade operacional de 600 mil unidades por ano, além de exportar motores para países vizinho como Colômbia e Argentina, bem como componentes para a Turquia. Em breve, deverá começar a produção do novo 1.3 turbo desenvolvido em parceria com a Mercedes, que vai equipar a princípio o novo Duster.

Quando foi aberta, em 2 de dezembro de 1999, a fábrica tinha capacidade para entregar anualmente 280 mil motores. O primeiro propulsor produzido localmente foi o 1.6 16V, que equipava os três veículos produzidos pela marca no Brasil à época (minivan Scénic e os compactos Clio e Clio Sedan) e o Mégane feito na Argentina. Em 2000, o motor 1.0 16V foi adicionado à linha de produção, de modo a atender principalmente às versões de acesso do Clio.

Posteriormente, em 2002, a fábrica passou a produzir também o propulsor 1.0 8V e o 1.2 16V para exportação. Mais tarde, em 2006, foi atingida a marca de 1 milhão de unidades produzidas. Em 2014, o número chegou a 3 milhões. Em 2016, começaram a ser fabricados os motores 1.0 e 1.6 da linha SCe (Smart Control Efficiency) para os modelos Kwid, Logan, Sandero, Duster, Duster Oroch e Captur. Em 2018, a fábrica atingiu a marca de 4 milhões de motores produzidos.

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