Apresentada pela primeira vez em novembro do ano passado no Salão de Bogotá, na Colômbia, a versão RAM da Fiat Toro acaba de chegar a três outros mercados latino-americanos. Batizada de 1000, seguindo a estratégia de nomenclatura da marca norte-americana, a picape praticamente não muda na comparação com a variante original e começa a ser anunciada nesta semana no Chile, Panamá e Costa Rica.

O objetivo do rebadge é explorar a força comercial da marca RAM nestes países, de modo a garantir um diferencial competitivo diante da concorrência. Sob o capô, o conjunto mecânico é exatamente o mesmo do modelo Fiat: motor 1.8 e câmbio automático de 6 marchas.

A única diferença é o fato de o propulsor consumir apenas gasolina e render 132 cv, contra 139 cv da versão que roda também com etanol. O comprimento de 4,91 metros, a distância entre-eixos de 2,99 metros e a capacidade de carga de 650 kg não mudam, assim como a produção concentrada em Goiana, Pernambuco, ao lado dos Jeep Renegade e Compass.

Para o ano que vem, a promessa da FCA é ofertar o motor 2.0 turbodiesel MultiJet II de 170 cv, com opções de câmbio manual de 6 marchas ou automático de 9 velocidades. Por sua vez, o 2.4 Tigershark de 174/186 cv oferecido no Brasil não está nos planos.

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O interessante é que, dependendo do país, a RAM 1000 (oferecida na versão Big Horn) dividirá o showroom com os modelos originais da marca do carneiro montanhês. No Panamá e na Costa Rica, por exemplo, fará companhia às grandalhonas 1500 e 2500. No Chile, além dessas duas, dividirá atenções com a pequena 750 (rebadge da Fiat Strada) e a média 1200 (clone da Fiat Fullback que, por sua vez, é um rebadge da Mitsubishi L200).

Fotos: Divulgação 

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