Depois de meses seguidos sendo flagrado em testes de rua deixando à mostra detalhes no visual externo, o reestilizado Renault Kwid é finalmente fotografado por dentro. Em imagens publicadas pelo site Gaadiwaadi.com e captadas na Índia (país que concentra o desenvolvimento do facelift), o modelo aparece com diversos elementos internos emprestados da minivan Triber, recentemente lançada no mercado local.

Entre eles, destaque para a central multimídia maior (agora com 8 polegadas) e compatível com Apple CarPlay e Android Auto, além do quadro de instrumentos completamente reformulado (incluindo mostradores coloridos e velocímetro digital), maçanetas com novo acabamento e console central levemente redesenhado.

Renault Kwid reestilizado - Flagra do interior
Renault Triber

Na dianteira, como já dito, a Renault deverá modificar o desenho dos faróis e adicionar luzes diurnas de LED com espessura fina e posicionamento horizontal. Além disso, haverá integração direta com a grade frontal e, logo abaixo, mais um conjunto de faróis formará uma espécie de iluminação em dois andares (recurso que vem se tornando cada vez mais comum em lançamentos recentes).

O para-choque dianteiro também será inteiramente remodelado e abrigará uma gigantesca entrada de ar na parte inferior. Laterais ganharão apenas calotas redesenhadas, enquanto a traseira terá para-choque com novo formato, além das novas lanternas de LED com iluminação em C.

Renault Kwid reestilizado - Flagra do interior
Renault Triber

Já na mecânica, a variante vendida na Índia seguirá sem modificações: motores 0.8 de 54 cv e 1.0 de 68 cv, com câmbio manual de 5 marchas ou automatizado para a versão 1.0. A Renault trabalha em um novo 1.0 turbo, mas deverá usá-lo apenas na Triber, que inclusive já começou a ser vendida no mercado indiano e está prometida também para a América Latina. 

Com o facelift, a expectativa da Renault é deixar o sub-compacto atualizado diante da concorrência até a chegada da próxima geração. Na Índia, vale lembrar, o Kwid está à venda desde 2015, por isso a necessidade da chamada reestilização de meia-vida. Já no Brasil, onde o lançamento aconteceu em 2017, as mudanças não chegarão de imediato.

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