Desde 2016 a Volkswagen tem relatórios que sugerem a venda de algumas marcas. Mas em 2019 a Bloomberg já apontava sobre a possibilidade da Lamborghini ser vendida para se tornar independente.

 

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Há um conflito de interesses. Enquanto as normas de emissões ficam mais rígidas na Europa, condenando (ou encarecendo) motores maiores, o Grupo Volkswagen busca meios de que dobrar seu valor no mercado de ações.

Urus foi concebido para mercados como Oriente Médio, Rússia e China, mas faz sucesso até no Brasil Lamborghini/Divulgação

Mesmo sendo a maior fabricante de automóveis do mundo, a Volkswagen vale menos que a Tesla e a Toyota.

O que acontece é que o lucro das marcas de volume da Volkswagen (inclusas Audi, Skoda e Seat) financiam a pesquisa e o desenvolvimento dos novos Bugatti e Lamborghini. Mas raramente o desenvolvimento de um motor de 16 cilindros com quatro turbos ou V12 aspirados ainda mais potentes beneficiam os projetos de novos VW Golf ou Audi A4.

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Isso piora neste momento, quando as fabricantes europeias estão focadas em eletrificar até mesmo seus carros de volume. Principalmente sabendo que isso e a direção autônoma tendem a ser o futuro. E o desenvolvimento de tudo isso também é caríssimo.

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